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ECOLOGIA PLENA
SE A TERRA ACABAR PARA ONDE VOCÊ IRÁ?

James Oliver Curwood: O grande barato não é matar, mas deixar viver...

Arquivo: Setembro 2008

23/09/2008 GMT -3

A TARDE

yenid @ 19:26

 AÇÕES POSITIVAS. IDÉIA A SER COPIADA:

No seu bairro tem lugares que ainda contam com vegetação nativa e que correm o risco de desaparecer? Diga onde é, que a reportagem de A TARDE vai mostrar. Além da sua indicação, que renderá reportagem especial na edição impressa, o portal A TARDE On Line também vai montar uma galeria de imagens com as fotos que você enviar desse recanto verde do seu bairro. Mande fotos em alta resolução (300 PPis) para o email foto@grupoatarde.com.br. E não esqueça da legenda dizendo onde é o local fotografado e do crédito (o nome do fotógrafo).

VALE PARA a Bahia, MAS DEVERIA VALER PARA TODO BRASIL.

A IMPRENSA PODERIA SER MAIS ATIVA NA QUESTÃO DA CONSC IENTIZAÇÃO AMBIENTAL...QUEM SE HABILITA???? 

http://www.atarde.com.br/acessoexclusivo/index.jsf

19/09/2008 GMT -3

uma mente brilhante

yenid @ 15:06

leo.jpg

CLIQUE NA FOTO DE LEONARDO BOFF PARA LER UMA INTERESSANTE ENTREVISTA ON-LINE DESTE BRILHANTE PENSADOR SOBRE A ECOLOGIA. NÃO DEIXE DE CONFERIR É INSTIGANTE

comportamento animal

yenid @ 15:01

Não se sabe quais os fenômenos que fazem com que apareçam, com frequência, na costa nordestina, animais como golfinhos e tartarugas, mortos. Também é desconhecido o motivo da incidência de pingüins no Nordeste (já foram encontrados dois em Natal, 14 em Maceió e mais de 250 na Bahia). O grande número de aves que chegam machucadas tem gerado preocupação até mesmo para os profissionais da área.

Para dar suporte aos especialistas potiguares, a Fatern/Gama Filho abriu inscrições para uma especialização na área de comportamento animal e ecologia. Será a única instituição privada de ensino superior do Nordeste a oferecer uma especialização nessa área. A especialização é voltada para profissionais das áreas de biologia, medicina veterinária, zootecnia, oceanografia, engenharia de pesca, etólogos e para profissionais de outras áreas, amantes de animais silvestres e domésticos que queiram entender mais sobre esses bichos.

Segundo o doutor em Psicobiologia - Comportamento Animal, Lídio França do Nascimento, na grade curricular da especialização, o estudante terá a oportunidade de aprender sobre comunicação animal, bases biológicas do comportamento, ética no trabalho com animais, ecologia comportamental, grandes predadores terrestres e aquáticos e fotografia científica, entre outras.

‘‘A especialização dará ênfase nas atividades práticas em ambiente natural (ecossistemas marinhos e terrestres). Por exemplo, o aluno poderá desenvolver sua pesquisa com golfinhos, baleias ou lontras, animais encontrados na costa do Estado, assim como estudar o comportamento de animais doméstico, como gatos, cachorros ou aves’’, disse Lídio Nascimento. Ao final da especialização, os alunos serão autores de artigos científicos, derivados de suas monografias.

fonte diário de natal

10/09/2008 GMT -3

NANO TERROR

yenid @ 18:06

nanotecnologia.jpg

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Leonardo Boff
 

Nos últimos anos, está ocorrendo, de forma extremamente acelerada, não uma nova onda tecnológica, mas um verdadeiro tsunami tecnológico. É a nanotecnologia. Trata-se de uma tecnologia que produz elementos e coisas não presentes na natureza a partir do mais pequeno, como átomos e células que são colocados em lugares desejados. Um nanômetro é um bilionésimo de metro. A Wikipédia da internet nos informa que "para se perceber o que isto significa, imagine uma praia com 1000 km de extensão e um grão de areia de 1 mm; este grão está para esta praia como um nanômetro está para o metro". Trata-se, pois, de uma tecnologia do ínfimo, tão revolucionária que poderá tornar, em breve, a maioria das tecnologias obsoletas, especialmente aquelas aplicadas à agricultura, à indústria farmacêutica, à informática, à microeletrônica e aos computadores.

Já existem atualmente cerca de 720 produtos em nanoescala, desde camisas e calças feitas com fibras à prova de amassamento e de manchas (compráveis no Shopping Eldorado de São Paulo), protetores solares e alimentos, até nanotubos de carbono substituindo o cobre e sendo dez vezes mais eficientes na condução da eletricidade.

Na nanotecnologia convergem a física, a química e a biologia, produzindo organismos ou partículas invisíveis com uma altíssima mobilidade. Por obedecerem as leis da física quântica são por isso imprevisíveis. Especialmente a nanobiotecnologia começa a conhecer avanços insuspeitados. Criam-se, por exemplo, nanodispositivos que circulam no sangue e que podem detectar doenças ou fazer reparos em órgãos afetados. Todo o conteúdo da Biblioteca Nacional com seus milhões de livros pode caber num nanoaparelho do tamanho de um caramelo de doce de leite.

Há grandes incertezas e riscos associados a este tipo de tecnologia. Nanosensores que hoje controlam todo o processo da assim chamada "agricultura inteligente", podem ser usados para controlar populações e pessoas. Seria a intronização "do pequeno Irmão" que realizaria as funções do "grande Irmão" de George Orwell. Como são aparelhos invisíveis e microscópicos não há como defender-se deles. Por isso a urgência de se observar o princípio de precaução e de se exigir do poder público códigos regulatórios.

Se para todos os problemas sempre há uma solução adequada, quem sabe pelo caminho da nanotecnologia não poderemos responder às três grandes questões que nos afligem: a escassez de recursos naturais, as mudanças climáticas e o aquecimento global. Com ela poder-se-iam produzir abundantíssimos alimentos, a recuperação dos solos e da natureza. Nanopartículas poderiam ser postas nas superfícies do oceano ou na estratosfera para resfriar a Terra e equilibrar os climas. No mar entre a Nova Zelândia e a Antartica foram espalhadas partículas de 20 nanômetros de ferro com o objetivo de produzir plancton que, por sua vez, sequestraria o dióxido de carbono, reduzindo assim a temperatura. O efeito foi tão surpreendente e aterrador que um dos cientistas disse:"se tivesse meio petroleiro de nanopartículas poderia causar uma nova era glacial no planeta".

Essas reflexões possuem caráter meramente inicial e fragmentário. Mas seu objetivo é despertar as pessoas para os riscos e as virtualidades que nos são oferecidas pela nanotecnologia e sua possível resposta ao clamor ecológico.

OBSERVAÇÃO:

Um dos grandes problemas que poderá ser gerado pela nanotecnologia é a nanopoluição, gerada por nanomateriais ou durante a confecção desses. Esse tipo de poluição, composta por nanopartículas, pode ser mais perigosa do que a poluição existente no planeta, uma vez que pode flutuar facilmente pelo ar viajando por grandes distâncias. Pelo fato dos nanopoluentes não existirem na natureza, provavelmente as células não terão as armas necessárias para lidar com eles, provocando danos ainda não conhecidos. E não se iluda , o maior interesse da nano tecnologia está no terreno militar. Severos investimentos Militares são feitos para a fabricação de nano armas, nano invasores. Colocar os benfícios em primeiro plano e os Grandes riscos em omissão é a tradicional cortina de fumaça do sistema.

A nanotecnologia  será a maior ameaça para a raça humana até hoje criada.Nano macacos na casa de cristal! É hora de pensar sobre isto:Você não terá defesas contra os nano invasores!Você estará indefeso!Pense nas possibilidades que beiram ao terror nas verdadeiras intenções do avanço da Nano Tecnologia

http://www.oswaldogalotti.com.br/materias/read.asp?Id=1181&Secao=99

SELVAGEM

yenid @ 17:50
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André Lux (*) Carta Maior
 

                                                                   23/04/2007 O filme "Enron – Os Mais Espertos da Sala" é obrigatório para qualquer um interessado em conhecer os mecanismos que movimentam a lógica capitalista que, cedo ou tarde, provocará danos irreversíveis ao planeta e colocará de joelhos a raça humana - inclusive aqueles que se julgam os mais espertos da sala.
Quando alguém vier pregar as maravilhas oriundas do enxugamento do Estado e das privatizações, pergunte se ele já assistiu ao excelente documentário Enron – Os Mais Espertos da Sala. Se a resposta for “não”, então nem perca seu tempo discutindo. Não vale a pena. Quem acredita nessa ladainha que demoniza a regulamentação e o controle do Estado e pinta as empresas privadas como a salvação da economia só pode ser ingênuo ou mal intencionado.

O mais emblemático (e estarrecedor) exemplo das conseqüências destruidoras dessa corrente de pensamento criada pelo "consenso de Washington" e chamada carinhosamente de neoliberal está registrado neste filme assinado por Alex Gigbey. Exportada para o resto do mundo e implantada com maior voracidade nos países ditos de terceiro-mundo (Brasil, inclusive), essa ideologia que traveste o que existe de mais selvagem no capitalismo como sendo algo moderno, natural e irreversível, moldou e travou a mentalidade das pessoas na busca pelo consumismo sem limites (“consumo, logo existo”) e jogou a humanidade para a beira do abismo.

O caso da Enron ilustra de forma cabal o que acontece quando o cinismo, a arrogância, a ganância e a manipulação da informação juntam-se sem qualquer limite e controle externo. Apostando no que existe de mais agressivo em termos de marketing e relações públicas, seus executivos conseguiram elevar os preços das ações da empresa a níveis estratosféricos sem que houvesse lastro real na contabilidade. Isso se deu pela aplicação de uma técnica contábil absurda chamada de mark-to-market, por meio da qual projetavam lucros exorbitantes a partir do fechamento de transações que nem ainda haviam sido completadas, entre outras práticas simplesmente ilegais.

E, mesmo cientes da fragilidade e irracionalidade dos seus negócios, os manda-chuvas da Enron continuavam a propagar a solidez da empresa aos quatro ventos e estimulavam a compra das suas ações inclusive entre seus pobres funcionários que investiram nelas seus preciosos fundos de pensão. Um das coisas que mais chama a atenção nessa história absurda é a maneira como a mídia e os analistas financeiros aceitavam e festejavam o “sucesso” da empresa sem levantar uma questão sequer a respeito desse verdadeiro milagre econômico – nem o fato da Enron atuar em uma dos mercados mais complexos e arriscados do mundo, que é o da prospecção e consumo de energia elétrica e gás, levantou suspeitas entre os “formadores de opinião” estadunidenses! Como se vê, o pensamento único propagado como verdade absoluta e incontestável não é privilégio da imprensa corporativa brasileira...

Todavia, o fato mais chocante deu-se quando negociadores (traders) da Enron literalmente derrubaram as usinas de força da Califórnia para fazer subir o preço da energia elétrica e salvar as finanças da empresa, prejudicando a economia do Estado e arriscando a vida de milhares de pessoas. Essa operação criminosa está toda documentada e é apresentada didaticamente no filme, inclusive com gravações em áudio das conversar entre os negociadores, que não apenas falavam abertamente do golpe em andamento, como debochavam do povo que estava sofrendo as conseqüências. Qualquer semelhança com o “apagão” ocorrido no (desculpem o trocadilho) apagar das luzes do governo Fernando Henrique Cardoso é mera coincidência?

Está aí representado o ápice do que o pensamento neoliberal, que visa ao lucro financeiro acima de tudo e de todos, significa. Uma das conseqüências mais nefastas desse “apagão” operado pela empresa foi a queda do então governador da Califórnia que acabou sendo substituído, via um recall eleitoral no meio do mandado, pelo ator Arnold Schwarzenegger (não por acaso do mesmo partido dos Bush).

E todas essas barbaridades aconteceram graças às brechas encontradas nas novas leis anti-protecionistas e ao suporte do governo Bush, recém-eleito na época, cuja família mantinha laços estreitos com o fundador da Enron, Ken Lay, que chegou a ser cogitado para assumir uma pasta no secretariado do governo federal antes de ser condenado em seis acusações de fraude corporativa e morrer de ataque cardíaco em 2006 enquanto esperava a sentença.

No final, as ilusões criadas pelo criativo CEO da Enron, Jeffrey Skilling (condenado em 19 acusações de fraude corporativa), acabou e a empresa faliu totalmente em questão de semanas, deixando na miséria todos seus funcionários - mas não seus altos executivos que, antes da derrocada final, já haviam vendido todas suas ações obtendo lucros astronômicos.

Essa história sórdida sobre os bastidores do capitalismo selvagem teria ficado oculta não fosse o trabalho dos jornalistas Bethany McLean e Peter Elkind, que dedicaram anos na investigação do caso Enron até a publicação do livro que dá nome ao filme. Graças a isso, os principais ex-executivos da Enron foram presos e processados pela Justiça dos EUA. Prova de que o bom e velho jornalismo investigativo, praticamente extinto no Brasil, pode trazer contundentes resultados.

Enron – Os Mais Espertos da Sala é um filme obrigatório para qualquer pessoa interessada em conhecer os reais mecanismos que movimentam a lógica capitalista a qual, cedo ou tarde, provocará danos irreversíveis ao planeta e colocará de joelhos toda a raça humana - inclusive aqueles sujeitos que se julgam os mais espertos da sala.

(*) Leia mais de André Lux em http://tudo-em-cima.blogspot.com/

http://www.oswaldogalotti.com.br/materias/read.asp?Id=1236&Secao=99

saber a terra

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