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ESPÉCIE EM EXTINÇÃO!
TERRA MÃE

James Oliver Curwood: O grande barato não é matar, mas deixar viver...

09/03/2008 GMT -3

POBRE TERRA

yenid @ 14:44

Planeta que chora
Luiz Domingos de Luna

Reflito sobre a vida
sobre o mundo rotativo
do universo exuberante
da beleza do ser pensante
do mundo mágico criativo
É o solo, é a existência roída
de um planeta que chora, exaurido.
De uma fumaça de gás cumprimido
De um berço que faz sentido.
De uma paisagem destruida
que teimo em desfrutar
a reta um ponto vai ficar
o fim, o começo a externar
O espaço a gritar
O ambiente somente?
A água ?
A selva?
O mar ?
E nós humanos ?
O planeta chora
A inteligência ignora?
Onde iremos morar?
sem terra, sem piso, sem ar
sem fogo, sem água, sem mar?
por que a poluição ?
o farelo da destruição
O lixo cultural ?
O rio é um esgoto
O mar está morto
O ar é aborto
de quem quer abortar,
assim, volto ao pó
não tem reciclagem
é uma viagem,
mas viajo só?

Comentários
The greatest thrill is not to kill but to let live : James Oliver Curwood

Comentários(11) »

  1. Humano é que sois

    Numa noite estrelada
    Pedaços de vida
    Não tem saída
    No chão da calçada

    Sem vestígio, sem nada
    Tão pequenina
    Garota menina
    Morte agonizada

    Qual o foi o martírio
    De tão grande dor
    Não tem mais amor
    O último suspiro

    Aonde chegamos ?
    Onde vamos chegar?
    Em quem confiar
    É só desenganos

    O convívio se esconde
    É o monstro, o drácula conde.
    Ou o novo monstro se esconde
    Ou naturalização do mal

    Senhor tende piedade
    Livrai as criancinhas
    Do ponto as linhas
    Fugi da maldade
    Um mundo ofegante
    Com luz e com fé
    Com alma humana
    A força que emana
    De uma civilização
    Exclui o ódio
    A monstruosidade
    O poder da maldade
    Semeai a luz !
    Em todos os corações

    Luiz Domingos de Luna | 14-04-2008 - 23:41:28 GMT -3 #

  2. Menina de Luz !

    No túnel do tempo
    Os arranjos a rondar
    Em um mundo a rodar
    Na dor do momento

    É hora de pensar
    Os novos arranjos
    Ou então mais anjos
    O preço a pagar

    Qual o defeito?
    Da imantação
    Em combinação
    Que não vai fechar

    Sofre a menina
    De uma, psicologia assombrada
    Duma ligação quebrada
    De sonhos caídos

    O Íntimo do ser
    Que não vai untar
    Uma união que não une
    Que teima em quebrar

    Quem acredita chora
    Não tem simplicidade
    O psicológico arrasado
    E o mundo evapora
    Um anjinho subindo
    Um mundo sumindo
    Não tem mais amor

    Cuidai senhor!
    Da mártir da hipocrisia
    Da força doentia
    De um amor enganador

    Subiste ao céu
    È o seu atesto
    Um mundo desonesto
    Rasgaste o véu

    Derramai leite e mel
    Nesta sociedade
    Lama da maldade
    O gosto do fel.

    Foste o exemplo
    Já se viu o fracasso
    A fragilidade do aço
    Da mente doentia
    Foste sadia,
    Sábia revelação
    Da falsa união
    Revelaste a hipocrisia.

    Luiz Domingos de Luna | 26-04-2008 - 16:12:15 GMT -3 #

  3. O Tempo

    Luiz Domingos de Luna

    Em um canto caído
    O mundo a girar
    A vida a passar
    Encantos sofridos

    Corpos envelhecidos
    Suaves serenatas
    Existência ingrata
    Onde queres chegar?

    Pisando a paisagem
    Em uma passagem
    Sempre a moldar
    Com sua influência
    Queima a paciência
    Quem vai desvendar?

    Um novo dia
    O sol já raiou
    O momento passou
    Não vai mais voltar

    Do silêncio ao ruído
    Num canto perdido
    Do universo a girar
    Vai-se perguntando
    Cantando ou chorando
    Onde queres chegar?

    Dor desmedida
    Dúvida da vida
    De o mar serenar
    Ficou a história
    Em nossa memória
    Teima em passar.

    Assim, meu irmão
    faça algo
    pela sociedade
    que fica a esperar
    a sua contribuição
    para uma nova nação
    vamos edificar ?
    Email:: deuteronomioarte@bol.com.br

    Luiz Domingos de Luna | 26-04-2008 - 16:14:51 GMT -3 #

  4. Utopia

    Voa, voa pensamento,

    Buscai nos confins do infinito

    A fórmula mágica do grito

    A existência em processamento

    Não entregues aos seres humanos

    Senão seremos destruídos

    Pois o comprado será vendido

    E O dado vai para o desmando

    O Contrato social agonizado

    O planeta sendo destruído

    O Mundo a cada dia um gemido

    O crime está bem organizado

    Os valores nobres esfarelados

    Vida competição acirrada

    Egoísmo chama clareada

    Fraternidade e igualdade

    de lado ou sem lados?

    Penetrai nos umbrais e traga a foto

    Da reconstrução da massa humana

    Da fortaleza social, força que emana

    A liga sem transtorno ou terremoto

    Para que inteligência abrasada?

    De um mundo todo corroído

    Um tecido social dolorido

    A convivência fracassada

    Poderei sonhar com mundo livre

    As crianças em plena diversão

    Não somos enlatados, nem brasão

    Da vitória do livre-se, para ser livre

    Trazei a fórmula do infinito

    A foto revelada ao só momento

    O gráfico livre do pensamento

    A geografia da paz habitada

    Seres humanos de luz!

    Uma era que começou

    Uma história que não parou

    Um sonho, acordou, - sim

    Somente? não – como?

    Só a mente.”

    Luiz Domingos de Luna

    Luiz Domingos de Luna | 26-04-2008 - 16:18:54 GMT -3 #

  5. Barreira Humana
    Luiz Domingos de Luna

    Quando a realidade
    Parece muito dura
    Sendo verde ou madura
    No campo ou na cidade

    Busca a oralidade
    A notícia genuína
    É o fel da mina
    Ou a força da idade

    Não dá para suportar
    A Questão que se lida
    É à força da vida
    Que não pode parar

    Em um assentamento
    Colocamos a barraca
    De uma situação ingrata
    De posse ao pensamento

    O Cheiro do cimento
    Do queimado ou amargura
    Não tem mais bravura
    Não pode ser diferente

    È a cola do tecido social
    Limite de uma operação
    È o sim dizendo não
    È o operário em construção
    É o primeiro sinal
    È o vem e vai
    Limites sem limites
    Limitai!!!
    ou Iluminai!!!!

    Luiz Domingos de Luna | 13-05-2008 - 09:54:02 GMT -3 #

  6. Carrossel Existencial

    O universo curvo em movimento

    Derramado na grandeza universal

    Força da beleza existencial

    Paisagem contemplativa do momento

    Infinito magnífico de grandeza

    Planeta com vida continuada

    Tudo em partícula integrada

    Pois o azul dá o tom da clareza

    Natureza de perfeito material

    É de uma ótima administração

    Cuide Senhor, zelai, ação.

    Oh! Linda máquina natural

    Seres humanos

    Paisagem social

    Uma bola sadia

    Bem que Merecia

    Uma rotação natural

    Sem poluição

    Sem destruição

    Sem as ondas

    Sedentas do mal

    Luiz Domingos de Luna | 13-05-2008 - 09:55:03 GMT -3 #

  7. Luiz Domingos de Luna Diz:

    19/04/08 às 2:21
    O professor Luiz Domingos de Luna aceita a postagem de seus trabalhos em todos veículos que difundem a arte leterária, sem a necessária autorização do autor, porém, é vedado quaisquer contato com o autor, visto seus trabalhos serem postados para o engrandecimento da epistemologia genética da humanidade.

    Luiz Domingos de Luna | 13-05-2008 - 09:56:38 GMT -3 #

  8. Aurora, uma janela para o céu

    Luiz Domingos de Luna

    Pedi permissão ao tempo
    Nas asas do pensamento
    Voando vai minha ilusão
    Pelos caminhos obscuros

    Da minha história esquecida
    Momentos de vida vivida
    Na mais linda sedução,
    Pois ainda em tenra idade

    Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
    Sonhei, lutei, na selva humana,
    ganhei o meu troféu de herói,
    construi minha cabana tenho o meu transporte
    meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,

    Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
    Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
    Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,

    Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
    Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
    Consegui o que queria numa luta bem renhida,
    Luta que se renova no amanhecer a cada dia.

    Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
    Na janela da memória vivo a minha própria emoção
    Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
    Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,

    Em meu apartamento a lembrança me seduz,
    Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
    Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
    Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,

    Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
    O apito do trem, as missas bem demoradas,
    As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
    De manhã a passarada num canto de louvação.

    Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
    Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
    Todos para a ABA numa inocência fecunda
    Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,

    Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
    Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.

    Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
    Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido.

    Luiz Domingos de Luna Diz

    Luiz Domingos de Luna | 13-05-2008 - 09:59:02 GMT -3 #

  9. Universo em Ebulição
    Luiz Domingos de Luna
    20 de Janeiro 2008

    A Razão derramada imponente
    Espera a emoção ser filtrada
    Um planeta sem enquadramento
    Numa existência não observada

    Nascimento das trevas e da luz
    Luta de um perfeito alinhamento
    São razões, emoções - pensamento.
    Corpos girando em universo reluz.

    Poder de uma grandeza infinita
    Uma mensagem a ser decifrada
    Quem percorre esta estrada
    Sente a dor de quem grita

    Porque derramada existência?
    A razão não sabe contemplar
    A emoção perdida a divagar
    Na corrente de um sonho eterno
    Em um tempo, a um só tempo
    Poder, quem sabe um dia, revelar.

    Luiz Domingos de Luna | 13-05-2008 - 10:01:19 GMT -3 #

  10. A Dimensão da Curva.

    Ser simples como o vento
    Sem orgulho ou vaidade
    Sem presilha de saudade
    O fazer do talento

    Neste espaço
    A arte derramada
    A humanidade untada
    A mansidão do aço

    DNA do pedaço
    Clone da existência
    Parada!!! Penitência
    Mel, fel, Melaço

    Teima rima
    Idéia quebrada
    Vida aviltada
    Polidez, Lima

    Floresta humana
    Paisagem social
    Ócio, diferente ou igual ?
    Vida que emana.

    Cadê vaidade ?
    Tua força jovial
    O Saldo é o sal
    Felicidade?
    Haja serotonina
    A cor do batom
    É quem dá o tom
    Da vida que começa ?
    Ou da que termina?

    Luiz Domingos de Luna | 27-05-2008 - 11:56:20 GMT -3 #

  11. Ao repasse dos trabalhos do professor Luiz Domingos de Luna - Trabalhos Acadêmicos - Sites- Blogs- e outros não precisa contatar o autor. Estão autorizados a fazer isto, porém não esqueçam de citar o autor, a obra, o site referência e a fonte.
    Atenciosamente,
    Luiz Domingos de Luna
    Site ref. www.revistaaurora.com

    Luiz Domingos de Luna | 27-05-2008 - 12:02:03 GMT -3 #

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